Ser psicanalista

"Ser psicanalista é saber que todas as histórias conduzem novamente a se falar de amor. A queixa que me confiam aqueles que balbuciam ao meu lado tem sempre por causa uma falta de amor, presente ou passada, real ou imaginária. Eu só posso escutá-la se eu me colocar, eu mesma, nesse ponto de infinito, dor ou deslumbramento. É com a minha falha que o outro compõe no sentido de sua aventura". (Kristeva, 1983 ).

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